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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Ato repudia corrupção e apoio a ex-prefeito e vereador de Buenos Aires (PE)


Um grupo de aproximadamente 300 pessoas fez um protesto no município de Buenos Aires. O ato, que começou no início da noite deste domingo (29), é contrário à corrupção e às demonstrações de apoio ao ex-prefeito Gislan de Almeida Alencar e ao vereador Flávio José Barbosa de Melo (o Flávio de Deda).

Ambos são acusados de desvio de verba, um total de R$ 12 milhões que deveria ter sido destinado à merenda das escolas locais. Segundo informações, quando souberam do ato na cidade, os acusados foram para a fazenda que pertence ao ex-prefeito, localizada na área rural de Buenos Aires.

"A mobilização é de moradores, não tem partido político envolvido, por isso vestimos preto", disse um dos organizadores do ato, o auxiliar administrativo Almir Thiago, de 21 anos. "Somos contra a corrupção e contra a recepção que eles tiveram ontem (no último sábado, 28) ao voltar para a cidade", conta Thiago. O ex-prefeito e o vereador foram recebidos com abraços e fogos de artifício por um grupo de cerca de 30 pessoas que, segundo Thiago, não acreditam na operação da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), responsável pela Operação Samidarish.

O ato teve concentração próximo ao Clube Municipal de Buenos Aires e percorreu as principais ruas do município. A Samidarish investiga o desvio de verbas públicas no município.

Apresentação

A PCPE apresenta, nesta segunda (30), informações sobre a Operação Samidarish, que investiga o desvio de quase R$12 milhões em verbas públicas na Prefeitura de Buenos Aires, Zona de Mata Norte do Estado. Gislan de Almeida Alencar e Flávio de Deda foram presos na última sexta (27), assim como cinco empresários.

A operação cumpriu ainda 11 mandados de condução coercitiva e 14 de busca e apreensão. Os detalhes da investigação serão apresentados pelo delegado Izaias Novaes, da Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp), e pelo representante da Controladoria Geral da União (CGU).
Fonte de informações: Folha PE

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