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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Carro-pipa, poços e cisternas; moradores de Vicência se viram para buscar água potável

Apesar da informação divulgada pelo site da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC), que a barragem localizada na Vila Murupé estaria com 99% de sua capacidade, visivelmente a situação é bem diferente. Responsável pelo fornecimento d’água da Adutora do Siriji, que abastece oito municípios da Mata Norte, e que será ampliada para levar água para mais 12 cidades do agreste, já é possível visualizar margens secas entorno do reservatório, e vários troncos de arvores começam a ressurgir. Além disso, a velha estrada que dava acesso ao Engenho Salão, que desapareceu com a criação da barragem, voltou a aparecer após vários anos.

A situação está longe do que a maioria dos reservatórios pernambucanos vêm enfrentando, com uma estiagem que já chega ao seu quinto ano, mas começa a preocupar os moradores. Após a divulgação que a Adutora do Siriji irá ajudar no abastecimento de mais 12 municípios do Agreste, através da Barragem de Jucazinho, a preocupação aumentou. E todos fazem a mesma pergunta: será que vai ter água suficiente para os próximos anos?

Vicência já vem sofrendo com o abastecimento d’água há alguns dias. Na última semana, até carros-pipas foram utilizados para amenizar o problema, uma iniciativa do vereador eleito Neco Epaminodas. E uma cena que fazia um bom tempo que não era vista no município, virou rotina novamente: moradores pelas ruas com baldes carregando água de poços e cisternas, devido à falta d’água nas torneiras de suas casas.

Até o momento, a Compesa não se pronunciou oficialmente sobre a falta de abastecimento de água em Vicência. Já a obra que integrará a Adutora do Siriji, ao Sistema de Jucazinho deve ser finalizada até junho de 2017.  

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