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terça-feira, 31 de maio de 2016

Grupo que tentou fraudar concurso da PM receberia R$ 30 mil por candidato aprovado

Ao menos 15 pessoas foram detidas ao tentar fraudar o concurso público da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), no último domingo (29). Duas mulheres teriam participação no crime. Do total, 13 vão responder em liberdade e dois foram encaminhados para o sistema prisional - um por porte ilegal de arma e outro por ter um mandado de prisão aberto por homicídio. As informações do caso foram divulgadas, nesta segunda-feira (31), em coletiva de imprensa.

Segundo a polícia, um dos líderes da quadrilha é dono de um cursinho no bairro do Ibura. Fábio Correia de Paiva, de 40 anos, contratava professores para realizar provas de vários concursos e passar o gabarito das questões através de um ponto eletrônico ligado a um equipamento de alta tecnologia com um microchip de celular. Cada educador recebia cerca de R$ 3 mil para realizar o certame.

Já os concurseiros precisavam desembolsar uma quantia inicial de R$ 2 mil para custear o equipamento, que era trazido de fora. A polícia não especificou de qual país o transmissor era comprado. Caso o candidato passasse no concurso, um empréstimo consignado de R$ 30 mil era feito para ser repassado ao líder da quadrilha. Informações da Folha de Pernambuco. 

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