domingo, 13 de julho de 2014

Nova tentativa para o apelido atrair eleitor

Os apelidos são dados às pessoas conforme uma característica, profissão, ainda criança ou até surge a partir de uma brincadeira. E aí quando pega, é para o resto da vida, a ponto de ter gente que é totalmente desconhecida pelo nome de batismo. Quando chega eleição, então, é que encontramos muitos candidatos que se registram na Justiça Eleitoral com “nomes” curiosos. Por exemplo, alguém votaria em Nancildo Luiz da Silva, do PMN? Em 2010, ele concorreu para deputado estadual pelo PPS e obteve 443 votos. Este ano, optou pelo apelido de Dengue para ver se dá certo. Já Eilton Acioly (PTdoB) manteve Boneco no seu registro, quatro anos depois de ter concorrido a uma vaga na Assembleia Legislativa e somado 294 votos.

Mas tem aqueles que a chance de se eleger é mínima, porém terminam o pleito com quatro dígitos. Um exemplo é José Francisco Filho (PTB), que em 2010 apostou no apelido Gainha, ao disputar para deputado federal, e 1.019 eleitores digitaram seu número nas urnas. João do Skate, nome de guerra de João Almeida Parra (PRTB), foi outro que concorreu a um mandato na Câmara Federal e alcançou 1.540 votos.

O servidor aposentado Manoelzinho Menino Novo, de 73 anos de idade, é uma aposta do PMN. Mas quem o conhece como Manoel Alves da Silva também pode votar nele para federal. Macaco Tião Marília, foi como se registrou Marília Gabriela de Souza (PHS), que espera chegar ao Congresso Nacional. E ainda tem A Máquina, apelido de Valmir Luiz de Santana (PTN).

Na disputa pela Assembleia Legislativa, tem o ex-candidato Cuscuz, ou melhor Carlos Belo Afonso (PSB); o cantor Mister Brother, que foi batizado como Ercílio Leite (PSDC); e até Pescador de Baleia, nome adotado por Daniel Alfredo Carneiro (PSOL).

CURIOSIDADES
Tem também uma postulante a estadual cujo nome de batismo é Autenticada Porfírio. E ainda aparece na relação um candidato que optou por uma celebridade: Severino Alves de Barros (PP) se registrou como Silvio Santos Taxista. Já Ademir Francisco Nascimento (PCdoB) partiu para o nacionalismo, lançado-se como Brasil, e espera que o placar de 7 a 1 que a Alemanha aplicou na nossa Seleção não atrapalhe a sua vida.


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