domingo, 6 de julho de 2014

Buenos Aires pernambucana vibra com a vitória da Argentina

A capital argentina, Buenos Aires, está em festa e colorida com o azul celeste. A vitória da seleção de Messi, neste sábado (5), contra a Bélgica, em Brasília, levou o maior rival do Brasil para as semifinais da Copa do Mundo. Outra cidade, em plena terra brasileira, também está festejando. Pelo menos a minoria dos torcedores do município de Buenos Aires.

A paixão dos torcedores pernambucanos pela Argentina começou na Copa de 1986, após o polêmico e importante gol de mão do craque Maradona contra a Inglaterra. Dai por diante, alguns moradores da pacata cidade passaram a acompanhar com muita admiração e fanatismo a seleção argentina. Quando ela joga, os amigos se reúnem e fazem uma verdadeira festa em pleno território brasileiro.

“O primeiro encontro deu certo e continuamos torcendo pela Argentina com muito amor até hoje. É claro que a maioria dos torcedores daqui torce pelo Brasil, porém, eu garanto que a melhor e mais barulhenta torcida é a nossa”, contou o comerciante José Paulo Araujo, um dos organizadores da festa. Ele também faz parte do clube de várzea mais popular da cidade, o Boca Juniors, uma alusão a uma das principais equipes da capital celeste.


Para outro torcedor pernambucano que é “argentino”, o funcionário público Jadiel Felipe Silva, a Argentina não está jogado como ele queria, mas, pelo menos as vitórias estão saindo. “Nossa seleção está jogando para ganhar, que é o mais importante. Ainda não é a Argentina que queremos, porém, o que interessa é ser campeão. Estou confiante que a Argentina será campeã”, opinou Jadiel.

Apesar de toda a euforia dos argentinos da Buenos Aires pernambucana, os verdadeiros torcedores da seleção brasileira também fazem festa, só que de uma forma mais tímida. Solitário com uma bandeira do Brasil, o funcionário municipal Carlos Bueno fez questão de representar a equipe canarinha em meio aos “hermanos”. “Brasil é Brasil meu velho. A Copa vai ser nossa. Não vai ter essa de Argentina. A gente aqui torce e seca o outro, mas, o mais importante é que tudo acontece na paz”, disse.

Do LeiaJá

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