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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Duas décadas que o Brasil chora a perda de um de seus maiores ídolos

Foto: Divulgação
Há 20 anos, as manhãs de domingo não são mais as mesmas. Um grave acidente na curva Tamburello, no circuito de Ímola, na Itália, vitimou um dos maiores ídolos do esporte nacional: o inesquecível Ayrton Senna. Naquele feriado de 1º de maio de 1994 o Brasil parou para acompanhar atônito a partida de um gênio das pistas, um piloto que a cada etapa da Fórmula 1 tinha o poder de renovar o orgulho dos brasileiros.

Eram 9h13 (de Brasília) quando a barra de direção da Williams dirigida por Senna quebrou a mais de 200 km/h, o que impediu o brasileiro de contornar a curva Tamburello e o fez chocar violentamente contra o muro. No acidente, uma das hastes da suspensão perfurou o capacete do piloto e afundou o crânio um pouco acima do supercílio direito.

Mantido vivo por aparelhos, Senna foi levado ao Hospital Maggiore, em Bolonha, mas às 13h42 sua morte foi oficialmente anunciada, dando início a comoção generalizada no Brasil e no mundo.

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

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